Aterros Sanitários 2018-12-27T11:59:37-03:00

Segmentos 

ATERROS SANITÁRIOS

ANÁLISES AMBIENTAIS PARA ATERROS SANITÁRIOS

MONITORAMENTO DOS EFLUENTES

Os efluentes gerados pelas Estações de Tratamento de Chorume merecem bastante atenção nos descarte em corpos hídricos e em redes de esgoto da concessionária, atendendo os limites de freqüência dos mesmos. O monitoramento da qualidade dos lixiviados de aterros devem ser realizados através de físicos e químicos e microbiológicos por laboratórios de acordo com os requisitos do INMETRO de qualidade da ISO 17025.

Rio de Janeiro – INEA

  • DZ 215 – R-4 – Controle de carga orgânica em efluentes de origem sanitária
  • DZ 205 – R-6 – Controle de carga orgânica em efluentes industriais
  • 202 – R-10 – Direitos e padrões para lançamento de efluentes líquidos
  • NT 213 – R 4 – Padrões para o controle da toxicidade em efluentes
  • 942.- R-7 – Programa de autocontrole de efluentes líquidos – Água Procon

 Clique aqui para saber mais sobre o monitoramento do PROCON ÁGUA – DZ 942.R-7 – Diretriz do Programa de Autocontrole de Efluentes Líquidos

ÁGUA POTÁVEL (BEBEDOURO)

A água é mantida pelas concessionárias e fica sujeita a mudanças nos padrões de potabilidade devido a longa duração das redes de transporte até residências, condomínios, empresas e hospitais onde é armazenada e consumida.

Para avaliar a qualidade da água antes do consumo são experientes alguns ensaios:

  • Ensaios microbiológicos
  • Ensaios Físico-Químicos

Legislação:

Portaria de Consolidação Nº05 de 28/09/2017 – Consolidação das normas sobre ações e serviços de saúde do sistema único de saúde. ANEXO XX DO CONTROLE DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO E SEDE PADRÃO DE POTABILIADE (Origem: PRT MS / GM 2914/2011)

ÁGUA SUBTERRÂNEA (POÇOS)

Água, que é um processo para a vida e para o consumo, higiene pessoal, preparação de alimentos e aplicações industriais, por exemplo.

  • Ensaios microbiológicos
  • Ensaios Físico-Químicos

Legislação:

Portaria de Consolidação Nº05 de 28/09/2017 – Consolidação das normas sobre as ações e os serviços de saúde do sistema único de saúde. ANEXO XX DO CONTROLE DE DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO E SEU PADRÃO DE POTABILIADE (Origem: PRT MS/GM 2914/2011)

Decreto Nº 12.486, de 20 de Outubro de 1978 – NTA 60 – Normas Técnicas relativas a alimentos e bebidas

Resolução Conama 396 – Propriedades e condições ambientais para o enquadramento das águas e outras providências.

ÁGUA DE REÚSO (FINS NÃO POTÁVEIS)

Alguns sistemas de tratamento de chorume pode utilizar membranas capazes de reutilizar a água na umidificação das vias ou até para outros fins não potáveis. A Classificação da água pode ser realizada através de nossos laboratórios norteando a possibilidade do reúso.

  • NBR 13969 -97
  • Manual da ANA