Saúde 2018-12-31T15:26:37+00:00

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ANÁLISES AMBIENTAIS PARA ÁREA DA SAÚDE

AVALIAÇÃO DO AR DE AMBIENTES CLIMATIZADOS:

Atualmente muitas pessoas passam boa parte do dia d em ambientes fechados, seja em escritórios, hotéis, hospitais, shoppings ou centros comerciais com sistema de ar condicionado. Acredita-se que a qualidade do ser seja segura, mas a troca de ar entre ambientes interno e externo e o acúmulo de pessoas em um mesmo ambiente são os principais fatores causadores do aumento de poluentes químicos e biológicos. A falta de higienização agrava o quadro e pode acarretar em doenças respiratórias e outras reações alérgicas. Assim, é fundamental realizar análise do ambiente do ar para saber as reais necessidades de correção.

Ensaios realizados:

  • Fungos viáveis
  • Dióxido de carbono (CO2)
  • Temperatura do ar (°C)
  • Umidade do ar (%)
  • Velocidade do ar (m/s)
  • Aerodispersóides

Legislação: ANVISA – RESOLUÇÃO-RE Nº 9, DE 16 DE JANEIRO DE 2003 NR09

RE/ANVISA nº 176, de 24 de outubro de 2000, sobre Padrões Referenciais de Qualidade do Ar Interior em Ambientes Climatizados Artificialmente de Uso Público e Coletivo

Portaria GM/MS n.º 3.523, de 28 de agosto de 1998;

Portaria nº 354, de 11 de agosto de 2006 (*) (Republicada no DOU de 21.08.06 e retificada no DOU de 29.08.06) Aprova e promulga o Regimento Interno da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA e da outras providências.

ÁGUA POTÁVEL (BEBEDOURO)

A água potável é fornecida pelas concessionárias e fica sujeita a alterações nos padrões de potabilidade devido ao longo percurso das redes de tubulação até as residências, condomínios, empresas e hospitais onde é armazenada e consumida.

Para avaliar a qualidade a qualidade da água antes do consumo são realizados alguns ensaios:

  • Ensaios microbiológicos
  • Ensaios Físico-Químicos

Legislação:

Portaria de Consolidação Nº05 de 28/09/2017 – Consolidação das normas sobre as ações e os serviços de saúde do sistema único de saúde. ANEXO XX DO CONTROLE DE DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO E SEU PADRÃO DE POTABILIADE (Origem: PRT MS/GM 2914/2011)

ÁGUA SUBTERRÂNEA (POÇOS)

Água proveniente de poços que passam por algum tratamento e é destinada ao consumo, higiene pessoal, preparo de alimentos e aplicação industrial, por exemplo.

  • Ensaios microbiológicos
  • Ensaios Físico-Químicos

Legislação:

Portaria de Consolidação Nº05 de 28/09/2017 – Consolidação das normas sobre as ações e os serviços de saúde do sistema único de saúde. ANEXO XX DO CONTROLE DE DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO E SEU PADRÃO DE POTABILIADE (Origem: PRT MS/GM 2914/2011)

Decreto Nº 12.486, de 20 Outubro de 1978 – NTA 60 – Normas Técnicas relativas a alimentos e bebidas

Resolução Conama 396 – Dispõe sobre a classificação e diretrizes ambientais para o enquadramento das águas subterrâneas e dá outras providências.

ÁGUA PURIFICADA

A água purificada é obtida a partir de processos de filtração, destilação, desionização e osmose reversa, por exemplo. Geralmente é destinada a atividades em laboratórios, produção de medicamentos, cosméticos, preparo de soluções químicas e também para qualidade da água de hemodiálise

Alguns ensaios de monitoramento:

  • Bactérias Heterotróficas
  • Coliformes totais e E.coli (qualitativo)
  • Condutividade
  • Dureza
  • Cloretos
  • Nitrato
  • Sulfato
  • pH
  • Amônio
  • Cor Aparente
  • Turvação
  • Sabor
  • Odor
  • Cloro residual Livre
  • pH
  • Endotoxinas
  • Alumínio
  • Antimônio
  • Arsênico
  • Bário
  • Berílio
  • Cádmio
  • Cálcio
  • Chumbo
  • Cloro total
  • Cobre
  • Cromo
  • Fluoreto
  • Magnésio
  • Mercúrio
  • Nitrato (N)
  • Potássio
  • Prata
  • Selênio
  • Sódio
  • Sulfato
  • Tálio
  • Zinco

Legislação: Farmacopeia Brasileira e outras

Monitoramento de ETEs e Sistemas de Reúso

Os efluentes gerados pelas ETEs dos hospitais devem ser devidamente tratados para a correta destinação nos corpos hídricos, atendendo aos limites dos parâmetros estabelecidos pelos órgãos ambientais. O monitoramento da qualidade dos efluentes é realizado através dos ensaios físico-químicos e microbiológicos por laboratórios acreditados pelo INMETRO conforme os requisitos de qualidade da ISO 17025.

Rio de Janeiro – INEA

  • DZ 215 – R-4 – Controle de carga orgânica em efluentes de origem sanitária
  • DZ 205 – R-6 – Controle de carga orgânica em efluentes industriais
  • NT 202 – R-10 – Critérios e padrões para lançamento de efluentes líquidos
  • NT 213 – R 4 – Padrões para controle da toxicidade em efluentes
  • DZ 942.- R-7 – Programa de autocontrole de efluentes líquidos – Procon água
  • Portaria de Consolidação Nº05 de 28/09/2017 – Consolidação das normas sobre as ações e os serviços de saúde do sistema único de saúde. ANEXO XX DO CONTROLE DE DA VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO E SEU PADRÃO DE POTABILIADE (Origem: PRT MS/GM 2914/2011)